
“Pois... Segundo dados oficiais, de 192 nações reconhecidas em todo mundo 180 convivem em Madrid. Longe de ser somente mão-de-obra barata, como alguns querem fazer acreditar, os imigrantes aferecem seu incalculável valor cultural, desde suas diversas manifestações artísticas.”
Equatorianos, venezuelanos, colombianos... De todos os países da hispanoamérica tem alguém ou melhor, muitos alguéns! Como crêem outros. Mas também, Sub-sahaarianos, fricanos, marroquinos, angolanos, nigerianos, árabes, turcos, chineses, brasileiros, gregos, filipinos, moldavianos! Ora vejam!
Romenos, australianos e até, americanos, italianos, franceses, e alemães, mas esse último grupo em menor quantidade que o anterior. E tantos outros já que são 180!Pois outro dia eu caminhava conversando com um grego e, um marroquino. Pela calçada espanhola, falávamos de como todos que estão aqui, buscam uma melhora em algum sentido particular de sua vidas. Uma melhora certamente é um ponto comum.Voltávamos de uma aula, onde outras nacionalidades se mesclam, e o ponto em comum é que o respeito mútuo e o trabalho são sagrados.
O grego expressava-se como podia, seu espanhol não é tão “desarollado”. E aliás: Lembra em demasiado o Niko da novela da globo, (risos) , que passou aí, não lembro o nome. O marroquino ia concordando, e quando o grego deixava-o falar , se expressava muito bem, aliás os marroquinos que eu tenho conhecido, em geral falam bem o castellano. Bem, aqui houve influência das línguas árabe também se sabe.
E em termos de respeito, e levar de a vida na paz, Madrid está lidando com o assunto. Aqui tem violência, e todos os outros problemas uma capital européia, ou americana tem ou, ainda vai ter – inclusive o terrorismo - mas, realmente é muito mais tranquila que o Rio de Janeiro, mesmo levando-se em conta as proporções, etc. Fatos são fatos.
Por exemplo: Já li nos jornais, vi na televisão, vi “suspeitos” na rua mas, o máximo que consegui captar aqui, foi um “junkie” (usuário de drogas que vive nas ruas), meio manco, correndo de uma farmácia em plena luz do dia, enquanto saía a mocinha que trabalhava ali, a gritar, algo como, pega ladrão! O manquinho escapulía, deixando cair uma embalagem de champú, e uma de barrinhas proteicas creio. Gosto refinado não! Se fosse na Praça Saenz Peña, já tinha levado sopapos de um segurança destes que fica montado na saída! Aqui não tem quase.
Outra é sobre os caixas eletrônicos. Aqui eles ainda são muitos assim, encravados numa parede e banco do lado de fora da calçada, sem porta sem nada. Estou cansando de ficar atento, pretendendo antever um ataque de algum deliquente. Pois é isto é Madrid capital da Espanha. Pouco a pouco tem mais. E iniciamos já já papo sério sobre a Capoeira, estou preparando o material!
Até mais ler!
Por exemplo: Já li nos jornais, vi na televisão, vi “suspeitos” na rua mas, o máximo que consegui captar aqui, foi um “junkie” (usuário de drogas que vive nas ruas), meio manco, correndo de uma farmácia em plena luz do dia, enquanto saía a mocinha que trabalhava ali, a gritar, algo como, pega ladrão! O manquinho escapulía, deixando cair uma embalagem de champú, e uma de barrinhas proteicas creio. Gosto refinado não! Se fosse na Praça Saenz Peña, já tinha levado sopapos de um segurança destes que fica montado na saída! Aqui não tem quase.
Outra é sobre os caixas eletrônicos. Aqui eles ainda são muitos assim, encravados numa parede e banco do lado de fora da calçada, sem porta sem nada. Estou cansando de ficar atento, pretendendo antever um ataque de algum deliquente. Pois é isto é Madrid capital da Espanha. Pouco a pouco tem mais. E iniciamos já já papo sério sobre a Capoeira, estou preparando o material!
Até mais ler!
Caito Telles Rudge